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Os três trimestres de gestação

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A descoberta de uma gestação é marcada pelo misto de emoções por 
decorrência de mudanças corporal e psicológica. 
  Muitas vezes a notícia é recebida de forma inesperada por não ter sido uma 
gravidez planejada, outras esperadas por ter sido planejada pelo casal. 
  O primeiro trimestre de gestação é marcado por hipersonia, a mulher se sente 
mais sonolenta e necessita dormir mais. Além de apresentar náuseas e 
vômitos, como sintomas mais frequentes nesse primeiro trimestre. O apetite 
aumenta, assim como o ganho de peso, a mudança corporal começa a se 
tornar visível pelo aumento da barriga e dos seios. 
  É mais comum ocorrer aborto espontâneo neste primeiro trimestre de 
gestação. 
   no segundo trimestre de gravidez, sendo considerado como o mais 
tranquilo de todos.  
  O feto começa a ganhar forma, o corpo da mulher começa a mudar 
totalmente, a descoberta do sexo do bebê que é um dos fatores mais esperado 
pelos pais e que causa muita ansiedade é previsto também. 
  Assim que se descobre o sexo do bebê, sendo ele idealizado ou não pelos 
pais, a vinculação mãe-bebê  começa a se tornar real, por se tornar 
conhecido, pela escolha do nome, realizar a compra do enxoval, atribuir 
significados ao bebê por poder visualizar o feto pela ultrassonografia 
tornando-o mais real e sentir seus movimentos na barriga da mãe. 
  É comum neste trimestre as alterações do desejo e desempenho sexual, 
como a diminuição ou retirada total da relação sexual entre o casal grávido. 
  No terceiro trimestre o nível de ansiedade tende a se elevar com a 
proximidade do parto e da mudança da rotina pela chegada do bebê. Quanto 
mais perto da data prevista do parto, mais a ansiedade se eleva, a insônia 
toma conta pelo medo do parto, por não ter posição para dormir, pelo 
sobrepeso do bebê na barriga, pelo medo de perder o bebê, pesadelos e medo 
de não dar conta da nova rotina (MALDONADO, 2017). 
  Nota-se a importância de um Psicólogo Perinatal para fazer o 
acompanhamento da gestante, visando amenizar a ansiedade e problemas 
psicológicos que se torna mais suscetível nesta fase de maior sensibilidade na 
vida da mulher. 
 
 
Referências 
 
MALDONADO, M.T. Psicologia da gravidez: gestando pessoas para uma 
sociedade melhor.  São Paulo: Ideias &letras, 2017. 

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